Monitoramento da Resistência Galvânica Anal
Anal Galvanic Resistance Measurement
pd
Lapatch.pd
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MRGA.pd
Arquivos / Files
Tiago Rubini talks more specifically about AGRM's process. Video by Hyena Tapes.















Referências / References:
Pode um Cu Mestiço Falar?
por Jota Mombaça.
What is Queer Technology?
by Zach Blas.
Quimera Rosa.
Pechblenda.
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TV Teaser of AGRM in Canal Curta!:
A performance MRGA discute a presença de corpos e epistemologias não-heteronormativas na pesquisa de arte e tecnologia. O trabalho é um processo de código aberto em permanente estado beta, de que já participaram diversas artistas que discutem questões de colonialidade, corpo, sexualidade e gênero em suas trajetórias. Através do toque na pele são acionados sons e efeitos, que por sua vez são modulados com gestos e umidade. As/os artistas utilizam biossensores anais e interagem a partir de um circuito que emula o funcionamento do polígrafo, mais conhecido como ‘detector de mentiras’, digitalizando a sua interação a partir do suor, da cumplicidade e da improvisação. O resultado é uma jam session de música experimental e ruído de corpos que se desdobram em instrumentos sonoros. O processo do MRGA é desenvolvido desde 2015 pelo artista transmídia Tiago Rubini. Já participaram da performance Stéfano Belo, Miro Spinelli, Jota Mombaça, Gil Puri, Danilo Patzdorf e João G. Queiroz em espaços culturais e eventos como a Casa Selvática (Curitiba/PR), o Atelier Soma (Curitiba/PR) e Monstruosas + Pornifero (Recife/PE).
ARGM process with Danilo Patzdorf and João G. Queiroz: